Parte do ato pró-Bolsonaro é ‘retardo mental’, afirma Fábio Trad

Seguidores do presidente pediram fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal

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O deputado federal Fábio Trad (PSD-MS), pelo Twitter, em opinião sobre o manifesto de domingo (26), em favor do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), concordou com parte das reivindicações dos protestantes, contudo, achou uma delas, a que pediu o fechamento do STF (Supremo Tribunal Federal), como “desvario de inimputável”.

Ou seja, pedir a extinção da corte máxima brasileira, para o parlamentar, é um desacerto movido por uma espécie de “retardo mental”.

Ainda segundo o deputado, quanto a reclamação pela rápida aprovação da reforma da Previdência, Fábio Trad achou a queixa válida, desde que “com alguns ajustes”.

Analisando o pedido também da aprovação do pacote anticrime proposto pelo ministro Sérgio Moro (Justiça), Fábio Trad disse concordar com o projeto, mas com “alguns ajustes”.

Manifestantes pró-Bolsonaro criticaram o chamado Centrão, que é a união informal entre as legendas DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade, junção partidária integrada por ao menos 200 dos 513 deputados da Câmara Federal.

O grupo estaria atrapalhando a gestão de Bolsonaro. Fábio Trad vê a crítica com o pé atrás e diz pela rede social que “o presidente [Jair] precisa dar nome aos bois [apontar os políticos, no caso].

Num outro comentário sobre a caminhada pelo presidente, o deputado disse ser uma “loucura total” os manifestadores pedirem no ato o fechamento do Congresso Nacional [acabar com os mandatos de deputados federais e senadores].

O protesto de rua ocorreu em Campo Grande no domingo à tarde. Quanto ao número de manifestantes presentes nem os organizadores nem a Polícia Militar nem a Guarda Municipal chegaram a um consenso. A variação do tanto de participantes no ato, na contagem oficial e do palpite, variou de 1,5 mil pessoas a 30 mil pessoas na avenida Afonso Pena.

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